Há pouco tempo via ansioso e empolgado a estreia do Sport Club do Recife contra o Colo Colo em Santiago no Chile. Naquela data, uma novidade fez o sangue rubronegro se aquecer ainda mais.Era ele... em tons de ouro... o padrão comemorativo do retorno do Sport à elite das Américas. Fugindo das tradições, mas deixando evidente o quilate de um time aguerrido, raçudo e que fez a massa rubronegra se encher de orgulho e os adversários (que por ela passaram) "tremerem".
A Libertadores passou, as cores do Leão da Praça da Bandeira permanecem as mesmas (como tem que ser), mas será que o tradicionalismo quadrado engessará e, por assim dizer, tornará efêmera a aparição desse novo manto que aprendemos a adorar?
A CAMISA DOURADA é sinônimo de ousadia, de modernidade, de um tempo onde o departamento de marketing, bem apoiado por seu parceiro de materiais esportivos, deu um novo ânimo e explorou (no bom sentido) o amor de uma torcida e todo o bom momento do clube.
Não, seria um sacrilégio dizer que quero substituir as cores do leão... mas acho que o dourado nos remete um presente brilhante e um futuro reluzente. Como o Sport merece. Não sei se é um pensamento da maioria, mas sei que é um desejo pessoal que pode ecoar em outros gritos de mesmo tom.
"Diretoria, não aposente a NOSSA camisa DOURADA."
É Vermelho e Preto sempre. E o Dourado quando precisarmos dele.
OBS: Errei o placar do jogo de ontem, mas fica o registro de pelo menos o incentivo na diferença de gols.