Todo ser jovem (e com a ajuda da Wikipedia) sabe que o Pikachu é " um Pokémon Elétrico com a capacidade de armazenar eletricidade em suas bochechas e liberá-la em ataques baseados em relâmpagos", menos Mazola. (PAULINO, Fernando)
É o que dá misturar desenhos animados numa mesma história.
Na batalha de ontem entre Mazola (o Marinheiro de Primeira Viagem Popeye) e lASHeva (recapitulando, Ash é o personagem 'dono' do Pikachu e seu objetivo é se tornar o maior treinador Pokémon do mundo) o marinheiro não conseguiu aplicar nenhum golpe corretamente. Foi a batalha do espinafre contra as Pokébolas.
Popeye come seu espinafre frito em óleo Mazola e...
Aí, num jogo que já estava difícil fazer 01 (um) gol, o time ser obrigado pelo adversário a fazer dois e ficou ainda pior quando fez 0x2, obrigando o Sport a fazer quatro e decretando a passagem do Paysandu às oitavas de final.
O Sport fez um gol, mas já era tarde e pra tampar o caixão ainda levou mais dois, fechando a goleada em 1x4.
Tem que fazer muita piada pra poder achar graça do que houve ontem na Ilha do Retiro.
Ah! Tem ainda as imagens...
A primeira (maior), mostra a tranquilidade do começo da partida (ninguém sabia o que estava por vir...)
Na segunda (superior), a torcida manifesta sua satisfação, alegria e contentamento indignação com o treinador AZEITE VELHO DE FUNDO DE PAPEIRO Mazola.
E na terceira e mais engraçada, a torcida do Paysandu (Torcida do Paysandu???), digo, membros de uma organizada alvirrubra de Rosa&Sylva faz a festa na Ilha do Retiro. Só assim eles comemoram vitória sobre o Sport, já que com o timeco que eles têm não conseguem.
Não vou falar de escalação, substituição e esquema tático, pois, não vi nada disso em campo. O que vi foi um amontoado de jogador batendo cabeça, desentrosamento, um verdadeiro JUNTA NA RUA. E um "treinador", parece-me, psicologicamente abalado/balançado por propostas externas.
Palavras-chave: piada, vergonha, vexame, falta de atitude e outras palavras de cunho impronunciável.
O zagueiro Durval, que atualmente defende as cores do Santos, escreveu uma bela história no Sport. Conquistou quatro campeonatos estaduais pelo Leão, a Copa do Brasil de 2008. Se tornou ídolo.
O que poucos torcedores rubro-negros poderiam imaginar é que Durval, além de um bom defensor, é o maior zagueiro-artilheiro da história do futebol brasileiro. Os dados foram apresentados pela revista Placar neste mês de abril.
Um torcedor questionou sobre quem seria o zagueiro que mais fez gols no Brasil. E a revista emplacou: Durval, com 64 gols. Desses, 38 foram marcados com a camisa rubro-negra.
O segundo colocado é outro ex-rubro-negro. Alemão, que defendeu o Sport na década de 60, balançou as redes 59 vezes.
Para nós, do FOB, ESSE foi o gol de Durval mais marcante, celebrado, comemorado, reverenciado e discutido em todas as rodas de conversa sobre o Sport Club do Recife.
Parabéns ao nosso eterno xerife.
E parabéns a Alemão, também do Sport, pela vice-liderança.
Ontem, 09 de abril, foi o aniversário do nosso paredão, Magrão. Um atleta que, mesmo ainda em atuação, já é uma das lendas do Sport. Como nós, do FOB, achamos que dar parabéns era pouco, decidimos prestar essa homenagem um dia depois para sabermos o que blogueiros, críticos, jornalistas e torcedores escreveram do nosso paredão.
De todos, o texto que mais nos chamou a atenção foi o de Tiago Medeiros, do Futebol Nordestino. Ele sintetizou de maneira espetacular o que representa Magrão para nós, torcedores do Sport. Segue o texto na íntegra:
Sete ‘umbilicais’ anos, 374 jogos, seis estaduais conquistados, uma Copa do Brasil levantada, uma Libertadores no currículo. Nos feitos, razões de sobra para a reverência, mas são os gestos que consolidam o goleiro Magrão na imortalidade rubro-negra.
O arqueiro conseguiu abandonar o esquecimento, comum àqueles que estão abaixo das traves, e mitificar-se.
Como?
Apenas cumprindo seu dever de mãos dadas ao comprometimento.
Já se engasgou com o fel das criticas, foi (pasmem!) ojerizado, mas sem nunca ter franzido um músculo sequer da testa. Em vez dos muxoxos, trabalho…e muito. Foi na escuridão que o goleiro encontrou sua luz, que não para de reluzir.
O gol do Sport e Magrão já se tornaram uma unidade. Há muito deixou de ser um atleta e se constituiu numa espécie de ‘marca’, transformou-se num arquétipo.
Aos rubro-negros que não viram Manga, Ademir Menezes, Vavá, gabem-se de estarem diante de um dos maiores atletas da história do Sport. Estendo para o coletivo, porque no gol esse título já o pertence sem questionamento.
Magrão completa 35 anos neste 9 de abril e deve permanecer na Ilha até quando quiser. Como profissional, deve jogar mais duas temporadas, mas o cargo de preparador de goleiros do clube já lhe pertence sem a necessidade de aprovar a data.
Na escalação rubro-negra, convencionou-se a se escalar apenas dez.
10: o número que deveria ostentar às costas, a legenda que simboliza o craque.
Magrão, que de tão simples parece qualquer um.
E por agir assim, destoa do convencional.
Sem chegar atrasado a treinos, sem desdenhar de seu patronado e sem ‘apetite’ por um rei na barriga.
Eh…no Sport, a camisa 10 está nas mãos erradas.
Parabéns, Magrão.
Sou teu fã!
E nós, do FOB, concordamos com você, Tiago: A CAMISA 10 ESTÁ NAS MÃOS ERRADAS.